segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Que carnaval, que nada!

As futuras mamães de Votorantim aproveitaram a semana de carnaval para participar de mais um "Encontro de Gestantes", que foi realizado na sexta passada, dia 24.

A cada encontro, mais pessoas participam, só neste foram 31 gestantes, além de muitas avós, pais, tias e irmãos que acompanham a fim de dar apoio e aprender em família.

Foi um dia muito especial, pois, contou com a presença de líderes que atuam na Pastoral da Criança do Jardim Serrano divulgando o trabalho que realizam visitando as gestantes e suas famílias. "Foi muito bom, pois, trabalhamos no mesmo objetivo: reduzir os índices de mortalidade e morbidade infantil. Eles ficaram felizes e nós também!", ressaltou Amanda Pistoni, enfermeira e gerente da UBS.

Além disso, a Dra. Valdenise Serrano Maldonado Moreira, que é odontologista, fez uma palestra sobre os cuidados com a saúde bucal da gestante e do bebê.

Houve também o sorteio de alguns brindes e foram entregues ainda, "O kit enxovalzinho" que a "Comissão Municipal de Assistência Social" prepara para as mães que estão terminando o pré-natal e ao todo, 4 gestantes receberam o kit.

Para finalizar, a Biolabor que sempre colabora com o coffee sorteou um ultrasson obstétrico.

"Tenho certeza que o conhecimento aliado ao amor pode transformar vidas! Esse momento é maravilhoso para nós que organizamos o evento e importante para elas que ganham informação aliada ao carinho!", afirmou Amanda.

E que bela ação mesmo, aos poucos aumenta o número de gestantes e também de colaboradores para este lindo projeto.

São pequenas ações que movem o mundo e fazem dele um lugar cada vez melhor!

Quem quiser colaborar pode entrar em contato:
Amanda Pistoni
UBS Jd Serrano

R. Francisco Lopes Nascimento, 69
Jd Serrano - Votorantim

(15) 3242 1390/9114 1166

Até a próxima!

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Transtorno Obsessivo Compulsivo afeta mais as crianças sensíveis

Estudo da Universidade de Tel Aviv, em Israel, sugere que crianças muito sensíveis têm mais tendência a desenvolverem comportamentos ritualísticos, como, por exemplo, andar apenas em determinadas lajotas da casa ou abrir e fechar diversas vezes a mesma porta. Isso, se repetido no longo prazo, pode levar ao Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

Dois estudos foram desenvolvidos para mapear a conexão entre o processamento sensorial, os rituais e o TOC. No primeiro estudo, os pais de crianças em idade pré-escolar responderam três questionários sobre o comportamento do filho. Foram avaliados: a necessidade de repetir determinados atos, o nível de ansiedade (reação a estranhos e apego aos familiares) e reações diante de eventos sensoriais (ser tocado ou exposto a sabores e odores). No segundo, 314 adultos responderam às mesmas questões sobre suas tendências ao TOC. Os pesquisadores concluíram que a hipersensibilidade na infância pode levar ao Transtorno Obsessivo Compulsivo na fase adulta.

"Se você vê que uma criança é muito rígida com os rituais, tornando-se ansiosa quando não consegue desenvolver algum comportamento ritualístico, é mais alarmante", explicam os pesquisadores. Eles afirmam ainda que a idade é um fator importante. Um hábito verificado até os 6 anos de idade não desencadeia necessariamente o TOC. Mas, se o mesmo comportamento continua aos 8 anos ou mais, é preciso atenção, principalmente se as ações forem acompanhadas de ansiedade ou angústia.

Crianças que se exercitam tiram notas mais altas

Pesquisa realizada por cientistas da Universidade Vrije, na Holanda, mostra que crianças que mantêm atividades físicas regulares tiram notas mais altas na escola e têm melhor capacidade de concentração. Os especialistas comprovaram que os estudantes que se exercitam apresentam melhor desempenho em provas de matemática, linguagem, raciocínio lógico e memória.

Um total de 12 mil crianças foi divido em dois grupos e acompanhado durante dois anos. O primeiro grupo teve um tempo extra para praticar exercícios e os resultados dos testes escolares foi comparado com o segundo grupo, que não recebeu o tempo a mais para praticar atividades físicas. Os alunos que fizeram 90 minutos de exercícios por semana se saíram melhor nos testes, além de terem ganhado menos peso durante os três anos seguintes à pesquisa.

Os cientistas acreditam que isso ocorre porque os exercícios físicos aumentam o fluxo sanguíneo no cérebro e melhoram o humor e a disposição. Eles também afirmam que não são apenas as aulas de educação física das escolas que proporcionam esse benefício. Ir à escola de bicicleta ou caminhando, por exemplo, podem ajudar no desempenho escolar!

Crianças que sofrem maus tratos têm mais tendência a doenças

Maus tratos na infância podem modificar os genes responsáveis por controlar o estresse na vida adulta, aumentando o risco de desenvolver doenças, de acordo com pesquisadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Genebra e dos Hospitais Universitários de Genebra.

Os cientistas perceberam uma quantidade bastante superior de modificação genética no DNA de pessoas que sofreram maus tratos durante a infância. E não apenas naqueles vítimas de abusos físicos e/ou emocionais, mas também nos que sofreram carências afetivas na infância. O resultado mostra que o estresse desencadeado por maus tratos provoca uma modificação do gene receptor que atua sobre o eixo que regula a gestão do estresse na idade adulta e previne psicopatologias.

Leite materno x mamadeira

A justificativa de muitas mães para substituir a amamentação pela mamadeira é que o bebê não se sacia e fica mais irritado quando mama no peito. Realmente, a mamadeira pode deixar os pequenos mais calmos e aparentemente mais nutridos. Isso acontece porque o leite materno é menos calórico, ou seja, os bebês precisam mamar mais para sentirem-se satisfeitos, segundo pesquisadores do Conselho de Pesquisa Médica do Reino Unido. No entanto, os mesmos cientistas alertam que a mamadeira pode deixar os bebês supernutridos e mais propensos à obesidade e excesso de peso na adolescência e fase adulta. Assim, sempre que possível, não troque a amamentação por mamadeiras.

Excesso de peso pode aumentar acnes em meninas

Garotas adolescentes com excesso de peso ou obesidade têm mais propensão para desenvolver as temidas espinhas (acnes) se comparadas com meninas com peso normal. É a conclusão de uma pesquisa realizada na Universidade de Oslo, na Noruega, e publicada na revista científica Archives of Dermatology.

Após analisarem 3.600 adolescentes, os cientistas constataram que o índice de acne é de 13% em meninas com peso normal, enquanto que nas obesas ou com excesso de peso esse percentual sobe para 19%. Nos garotos analisados, o índice não teve alteração entre os de peso normal e os que estão acima do peso. Ou seja, o problema é exclusivo do sexo feminino.

Os cientistas acreditam que o problema ocorre porque os andrógenos excessivos decorrentes da obesidade têm efeito aditivo na acne em garotas. Outro fator pode ser que o efeito psicológico de estar acima do peso é maior em garotas do que em garotos, o que aumenta a produção de hormônios relacionados ao estresse. Em excesso, esses hormônios aumentariam as espinhas.